Fable III
Da série Fable, eu tinha jogado, e adorado, o Lost Chapters. A comparação foi inevitável, e o Fable III perde de goleada. Mas não é um jogo ruim. Pelo contrário, me diverti bastante com ele, principalmente porque Fable III tem o bom humor característico da série. Mas vamos aos defeitos:
Os gráficos são bem abaixo de outros jogos do Xbox, o jogo é curto, e EXTREMAMENTE fácil.
Mesmo assim, não deixa de empolgar: a história principal é bem bacana, tem vários side-quests (alguns divertidos, outros nem tanto), o modo multiplayer é legal, e a coisa de poder sempre escolher entre ações boas e más, continua ótima.
Exceto o personagem principal, todos os outros são bem marcantes e carismáticos. Gostei especialmente do 'vilão' inicial da história, o Logan, irmão mais velho do protagonista e rei de Albion. Eles conseguiram dar profundidade pro vilão, e o discurso que ele faz logo após matar um grupo de cidadãos ou sua(seu) namorada(o) - dependendo de quem você escolheu salvar - é épico:
E quando descobrimos o sentido por trás desse discurso, fica melhor ainda. O ator que empresta a voz ao Logan é simplesmente o Michael Fassbender (Bastardos Inglórios, X-Man First Class). O jogo tem elenco de filme hollywoodiano:
Não vou entrar em detalhes, pra não spoilear, mas em determinado momento, é muito importante que você consiga uma soma inacreditável de dinheiro. O jeito mais fácil é cometendo ações ruins, como construir um bordel no lugar de um orfanato, mas, lawful good que sou, dei outro jeito: comprei, uma por uma, todas as lojas, e depois todas as casas do reino inteiro. Ganhei uma fortuna com os lucros e aluguéis! Fica a dica...
Enfim, acho que o jogo vale à pena ser jogado, pela diversão.



O Nacional, único representante do Amazonas na Série D do Campeonato Brasileiro de 2009, estreou com vitória de 1 x 0 sobre o Atlético de Roraima, no Vivaldão. Mas os presentes (e graças ao Ariel traidor eu não era um deles) viram um Nacional apático e que se deixou dominar pelo Atlético no segundo tempo inteiro. Jogou mal e deixou a torcida preocupada com o futuro do time na competição. O técnico já prometeu ajustes, e o presidente de honra - o vice-governador do Amazonas - Omar Aziz fez mais que isso: prometeu conseguir verba com o governador pra reforçar o Nacional. A meta do Nacional, de chegar à série A em 2012 é endossada pelo governo, que quer melhorar o nível do futebol amazonense, de olho na Copa do Mundo de 2014. Na verdade querendo justificar todo esse investimento ‘em esporte’ que será feito daqui até lá. Espero que dessa vez a politicagem dos clubes amazonenses não se volte contra os próprios.