Postagens

Hermione e Minerva

hermioneIMG_0632

    Hermione e Minerva são duas de nossas gatas que sumiram. A Minerva (da direita) desapareceu já há algum tempo, mais de dois meses atrás, e 3 dias atrás sumiu a filha dela, de seis meses de idade, a Hermione (da esquerda). Estou procurando todos os dias nos arredores, mas infelizmente tenho pouca esperança de encontrar, principalmente por não ter encontrado a Minerva na ocasião do seu sumiço.

  Me admiro do quanto é difícil explicar pras pessoas o que sinto por não saber onde estão, se estão vivas, se estão com fome, com medo. Na verdade, o que mais me admira, é ter que explicar! As pessoas não conseguem se colocar, nem por um instante, na ‘pele’ do animal. E o que mais me angustia, é saber que por isso mesmo seria muito improvável elas terem encontrado pelo caminho alguém que cuide delas, pois as pessoas que se importam são raras.

De qualquer forma, aproveito o post para deixar meu contato, caso alguém encontre uma das duas, que desapareceram no Conjunto Augusto Montenegro, no Bairro Lírio do Vale II. Como é possível ver na foto, a Hermione é toda rajada de laranja, e além disso estava com uma coleira cor de rosa no pescoço, com guizo. Já a Minerva não tinha coleira, era predominantemente branca, com várias manchas creme e pretas. Podem entrar em contato pelo Facebook: https://www.facebook.com/thiagohenrik

Grato.

No meio do caminho tinha uma pedra



Uma não, várias, na vesícula. Foi o diagnóstico que recebi ao dar entrada no pronto socorro da Unimed, uns dias atrás, com terríveis dores abdominais, depois de mais de uma semana enrolando. Dei entrada às 17h da tarde e saí depois das 21h. Me disseram que eu teria que operar, e com urgência.

Aí começam os problemas: O médico que me indicaram não atende mais Unimed, e cobra 350 reais a consulta – “e está pensando em aumentar” – informou a secretária. No, thanks. Ligamos pra outro, que ainda atendia Unimed, e fomos informados de que só haveria vagas APÓS O CARNAVAL (e a ligação foi no finalzinho de dezembro de 2011!) para pacientes da Unimed, mas pra particular tinha antes… E eu que sempre achei que a Unimed era particular…

Indignada, minha mãe passou sua conversa jurídica na atendente (por lei, o prazo para marcação de consultas em planos de saúde é de 4 dias), e acabamos conseguindo para a mesma semana. O médico solicitou vários exames, e também consultas em médicos de outras especialidades, para avaliar o risco cirúrgico. E cada exame, cada consulta, cada retorno, tem prazos ABSURDOS para quem é usuário da UNIMERDA, e é preciso falar com dezenas de pessoas, explicar a urgência e etc, pra se alguém ficar com pena, me encaixar.

Sei que o sistema público de saúde é muito, MUITO pior, mas acho sacanagem pagar MILHARES de reais todos os anos pra UNIMED, e na única vez que preciso, me sentir um mendigo pedindo caridade.

Não sei quando poderei finalmente fazer essa cirurgia de URGÊNCIA (ouvi relato de pessoas que entravam no pronto socorro com a dor, eram diagnosticadas e operadas no dia seguinte, após todos os exames, mas não aqui em Manaus), mas espero que seja logo, pois a dor quando vem não é brincadeira. Tenho tomado Buscopan como se fosse M&M.

Todos os cães merecem o céu

black-dog-face_1920x1200_2268

Estou escrevendo isso porque prometi nunca esquecer. Tivemos mais um cachorro por cerca de duas semanas. Quase toda preta, do jeito que eu sempre quis, com uma manchinha branca no peito, e alguns pêlos marrons nas laterais do corpo. Tinha cerca de 5 meses de idade.

Na manhã do dia dia 07/04 (quinta), a encontramos dormindo no banco da parada de ônibus, muito magra, quando iamos para o trabalho. Nunca a haviamos visto. Fiz carinho nela antes de embarcarmos no ônibus.

Na tarde do mesmo dia, a Jessica a encontrou novamente, quando saia para trabalhar, um tanto assustada com as crianças que lotavam a rua, saindo da escola. Jessica ficou com pena, pois ela parecia estar com fome, e a atraiu com ração até em casa, onde ela comeu.

Cheguei à noite, a vi no pátio, e ela primeiro latiu, como ‘dona da casa’, depois veio até mim feliz e faceira, receber carinho.

No sábado (09) ela tomou seu primeiro banho (que ela odiou), e conheceu os outros cachorros da casa (o que ela adorou). Se deram muito bem, principalmente a Lucy, com quem parecia muito no jeito brincalhão e 'vira-lata' de ser.

Passou a brincar com os outros cachorros durante o dia, e à noite dormia no pátio, sobre uma caminha improvisada com  um cobertorzinho amarelo.

Comia pouco, o que nos preocupava, e tentamos dar um pouco de tudo: Carne, leite, ração, comida ‘de gente’, muitas vezes em vão.

Kira, como passamos a chama-la, fez tudo o que podia: Brincou dentro de casa, deitou e dormiu comigo num colchão no pátio, subiu na cama, se escondeu embaixo, fez xixi no lugar errado, virou o lixo, assustou os gatos, passeou na coleira (foi comigo até a parada de ônibus, levar a Jessica, e pareceu triste, até perceber depois que voltávamos pra casa, quando ficou muito alegre e me lambeu o rosto. Foi um cachorro feliz por pelo menos ótimos 10 dias.

No dia 18, parecia muito bem, comeu bastante. Comemoramos.

Na tarde do dia 19 (terça), começou a mostrar sinais de doença, salivando muito. A partir daí, já foi separada dos outros animais.

Na manhã do dia 20, ela pareceu piorar, demonstrando tiques nervosos na boca, e latindo sem motivo aparente, ficando um pouco arredia.

Na tarde do dia 20, pela hora almoço, a levamos ao veterinário, que a diagnosticou com Cinomose, algo do qual já desconfiávamos, baseado em pesquisas feitas na internet. A essa altura, ela já estava muito fraca, e teve convulsões do tipo epilepsia. Algo horrível de se ver. Compramos os remédios e iniciamos o tratamento no mesmo dia.

Passei a dar a ela os remédios, água e comida, via seringa, de 3 em 3 horas,  mesmo durante a noite. As convulsões cessaram, mas os tiques nervosos na boca continuaram, e passaram a ser mais frequentes.

Parecia reagir muito pouco ao tratamento, e não conseguia se levantar ou andar. Neste ponto já conversávamos, tristes, sobre uma possível eutanásia, caso ela sofresse muito. Mas ela não parecia sentir dor, oapenas muito desconforto, então decidimos esperar e continuar o tratamento.

No dia 21, conseguiu levantar sozinha, e com muita lentidão e muito esforço, até chegou a chutar uma bolinha rosa, com a qual eu a estava incentivando. Uma cena feliz, mas ao mesmo tempo muito triste.

À noite, ela continuava mal, e passou a resistir mais a receber água e comida. De madrugada, como se me despedisse, cheguei até a cantar as músicas que minha mãe cantava pra eu dormir, e chorando, rezei para que, se ela não fosse se recuperar, que dormisse o sono eterno e não sofresse mais.

Às 6 da manhã do dia 22 de abril, sexta-feira santa, dei a ela o remédio de epilepsia, e a deixei deitada na sua caminha almofadada, e coloquei o alarme para às 9, sem saber que seria em vão.

Cerca de 7 e meia, ouvi alguns latidos fracos, e como ela não latia havia dias,  tomei como sendo sinal de alguma recuperação. Os latidos se repetiram alguns minutos depois, e levantei para vê-la.

Quando a encontrei, ela estava tendo um tipo de espasmo. Eu segurei sua cabeça e seu peito, e como se estivesse me esperando apenas pra isso, ela foi imediatamente se acalmando, os espamos ficando cada vez mais fracos, e em menos de um minuto cessaram por completo, e também sua vida. Notei que ela já não respirava, nem havia batimento cardíaco. Chorando, me despedi de um dos cachorros mais dóceis e queridos que conheci, e fui avisar a Jessica da morte da Kira. Ela chorou, junto comigo.

Resolvemos enterrá-la no quintal da casa ao lado, que pertence à minha tia, mas que nunca foi habitada. Como ninguém entra e não há animais, e lugar seria deixado em paz. Escolhi um local ao pé de uma árvore, e cavei uma pequena cova.

A embrulhamos num lençol azul, e a colocamos dentro de uma caixa. Depositamos dentro da cova, enterramos, arrumamos algumas pedras sobre o local, e entalhamos KIRA na maior delas. O dia estava frio, o céu nublado, escuro, triste.

A vida não é justa. Um cachorro finalmente ganha a chance de ser feliz, e acaba morrendo desse jeito horrível. O pouco consolo que encontrei no ocorrido, foi o fato de que, antes de morrer, ela foi muito feliz, teve carinho, cuidados, e mesmo durante a pior parte da doença, não sofreu muito, além de ter tido minha companhia no momento da sua morte.

Hoje faz uma semana que a Kira morreu, e o dia amanheceu da mesma forma de 7 dias atrás:  frio, chuvoso e triste.

Se houver mesmo um céu, ele deve ter animais, e caso seja meu destino ir para lá, espero encontrar a Kira me esperando, assim como os outros cachorros que já passaram pela minha vida: Milu, Bilu, os cachorros da família: Big, Doug, Tigre, Flock... e os de rua, sem nome, que me cativaram. Porque, como diz  o título de um filme que nunca assisti: "Todos os cães marecem o céu". Concordo plenamente. A Kira, com certeza.

Thiago Henrik

Lá E De Volta Outra Vez

 

(poster)The_Hobbit_poster

      No dia 25 de dezembro de 2003 eu estava em uma sala de cinema, me desfazendo em lágrimas, sem nem me importar mais com o fato de que alguem veria (pra descobrir depois que todos faziam o mesmo), enquanto uma Era chegava ao fim.

Eu assistia aos últimos minutos de O Retorno do Rei, o filme que encerrava a saga de O Senhor dos Anéis, e não eram apenas as cenas emotivas que me faziam chorar, não, o que me desesperava mesmo era saber que era o fim.

Aqueles anos entre a estreia de A Sociedade do Anel, quando tomei conhecimento da saga, e o Retorno do Rei, quando eu já havia lido todos os livros que haviam pra ler do Tolkien, mudaram para sempre a minha vida. E não é exagero. Toda uma maneira de ver as coisas, cinema, literatura, games, amigos com gostos parecidos, etc, os fóruns que frequentei na internet, as pessoas que conheci, enfim. Nada seria o mesmo sem O Senhor dos Anéis. E de repente, ver aquilo chegar a um fim, foi um abalo e tanto.

De lá pra cá, foram 7 anos sentindo essa enorme perda. Sentindo mesmo! Nada, nunca mais, me emocionou tanto quanto O Senhor dos Anéis. Tentei preencher este vazio assistindo os DVD’s inúmeras vezes (e bote ‘inúmeras’ nisso. Só A Sociedade do Anel eu assisti NO CINEMA 6 vezes, que dirá em DVD), mas em vão.

image

Apenas em dezembro de 2010, com o lançamento no Brasil da Versão Extendida de O Senhor dos Anéis, que me foi presenteada pela Jessica, de Natal, é que pude preencher um pouco esse vazio, com duas horas de cenas inéditas e várias horas de extras. Fiquei extasiado!

Mas não era a mesma coisa. Não há nada que se compare a assistir O Senhor dos Anéis no cinema, sem saber o que vai acontecer (mesmo pra quem, como eu, já leu e releu os livros).

Por isso, esse ano, quando as filmagens de ‘O Hobbit’ deixaram de virar um sonho distante pra ser realidade, dá até pra imaginar minha alegria. A cada foto divulgada, a cada pequeno vídeo de bastidores, eu me arrepio.

Hoje, foi divulgado um vídeo de 10 minutos, com o diretor Peter Jackson mostrando os bastidores do filme. Puts, quase chorei. Vale a pena assistir:

Mal posso esperar.

Thiago Henrik

Da Série: Filmes que gostaria de ver

 

Transformers do Zodíaco

 

    Estava navegando a esmo pelo Youtube, e acabei encontra um topando com um vídeo da abertura do anime Cavaleiros do Zodíaco (o melhor que já existiu). Até aí, nada demais, seria só um dos milhões disponíveis na rede, mas essa abertura em especial era protagonizada pelos… Transformers?! WTF??

Compare com a abertura original:

A farsa argentina


Esse texto é em homenagem ao companheiro Ariel Coronel:

Retirado do blog do Rica Perrone:

Era uma vez o futebol.  Neste esporte tão popular, um país se destacava e era conhecido como “o país do futebol”. Sua seleção era uma potência, seus jogadores verdadeiros extra-terrestres e sua torcida apaixonada.

Copas se passaram, este país se firmou como o maior de todos. Mas, sem rival em seu continente, tinha dificuldade em vender jornal nos anos “sem Copa”. E daí surge uma lenda que até hoje há quem acredite.

Estamos falando do Brasil, é claro.

E aqui, quando já tinhamos papado algumas Copas, a seleção já era a protagonista do futebol mundial, surge a necessidade de vender jornal nos 3 anos “sem Copa”.

E numa reunião de pauta surge a idéia: “Vamos inventar um rival, pois o Uruguai anda caidão. O que vocês acham da Argentina?”.

E com medo do chefe, o pouco respeito pela Colômbia e a fé no Uruguai abalada pela crise futebolistica no país, aceitam a idéia.

Desde então começam a pintar nossos vizinhos como rivais a altura. Dizem que nos odiamos, que eles são tão fortes quanto, e o povo acreditando…

A farsa ganha força quando, no mesmo momento, surge Maradona. Uma espécie de Lúcio Flávio com grife, só que drogado.

Ele faz meia duzia de gols naquele campeonato pior que várzea que tinha lá e vai pra Europa. Lá, carregado nas costas por Alemão e Careca, se torna ídolo.

A Copa de 78 é fundamental para confirmar a existência de futebol competitivo na Argentina. E eles não conseguem.

Mas, quando notam que estão decepcionando inclusive a mídia brasileira, resolvem comprar o goleiro do Peru, que toma 6 e entrega a Copa pros caras.

Pronto, o time que inventamos é campeão do mundo. Agora temos argumentos pra encher mais e mais a bola deles.

Com o ego inflado desde sempre, sabe-se lá porque, os argentinos não tem dificuldade em assumir a condição de “segundo piloto” da América do Sul.  E nós, bobos, acreditando que achamos um rival a altura.

A Copa de 86 é uma das maiores vergonhas de todos os tempos. O tal time da mídia (brasileira) faz um gol de mão e consegue vaga nas semi, onde com 2 gols irregulares passa a final e ganha com um penalti não marcado a favor dos adversários.

Em sei lá quantos anos de existencia, note que os oito gols mais importantes da historia do futebol argentino são:

6 contra o Peru, com o goleiro comprado.
Um de mão contra a Inglaterra
E o gol mais bonito da historia do país, contra a Inglaterra, só que foi contra. O Maradona nao empurra aquela bola pro gol.

Enfim, puta várzea.

Vem a Copa de 90 e a farsa continua.

Pra eliminar o Brasil, eles DOPAM os jogadores em campo. Os deles? Não, pior! Os do Brasil.

São, de fato, únicos na arte de inventar formas de burlar o regulamento do jogo.

E assim, com 2 Copas irregulares e uma final que chegaram dopando rivais, se completa o ciclo argentino em Copas.

Sim, em todas as edições, foram apenas 3 vezes entre os 4 melhores. As 3 com “poréns” bem relevantes. (Em 1930 eles foram vice porque roubaram os EUA na semifinal. Fizeram 5 gols impedidos e o juiz deixou de dar 2 penaltis escandalosos pros EUA)

E assim, o mito ficou.

Até que, em 1989, o Brasil passa a jogar a Copa América com um time acima de 14 anos. Desde então, não por mero acaso, a tal Argentina nunca mais soube o que é ser campeã de alguma coisa no futebol profissional.

São 3 Copas com destaque, tendo cometido irregularidades em todas elas. São 20 anos sem ganhar nada,  ainda assim continuam cheio de fãs na mídia brasileira.

O mundo respeita o futebol argentino pelo simples fato do Brasil dizer que eles são rivais. Você também teria medo se o Tyson disesse ter medo de um determinado sujeito.

A parceria imprensa brasileira e argentina não tem validade. O contrato é prorrogado automaticamente toda vez que um time deles vem aqui e vence um jogo fazendo 90 minutos de catimba e dando pontapés. Aí logo surge um pra dizer: “Eles são frios! Que lindo!”.

Frios e ruins de bola, diga-se. Pois quem sabe jogar bola não precisa da catimba, do dopping, da compra de adversários pra ser campeão.

Hoje, com Messi, o Iranildo deles, que faz gols no Getafe e vira Rei, vivem a mesma realidade de sempre.

Acham que tem “ótimos jogadores”,  mas não tem. É tudo invenção da mídia brasileira, que inventou o Milito, um Val Baiano melhorado, e que nem titular no time é.

Tem o Tevez, que joga no super Manchester City. E chamam isso de seleção de ponta.

Fizeram uma Copa ridicula, como sempre. Sairam de lá goleados por 4×1, e quando o Brasil saiu por 2×1, a mesma imprensa chamou a argentina de “sensação da copa” e o Brasil de “fiasco”.

Nós inventamos um monstro e ele acreditou existir. Não existe.

O futebol argentino é uma união de arrogancia, catimba, força da imprensa e pontapés.  E ainda assim, não ganham nada.

Com a ótima seleção sub 20 deles notamos que nos próximos 15 anos podemos ficar tranquilos, pois continuarão cheios de brasileiros baba ovo exaltando e não ganhando nada.

Esta seleção, de 2 Copas irregulares, uma final com dopping e nenhum título nos últimos 20 anos, segue protagonista.

Estes jogadores que, desde Maradona, sugeriram Ortega e Riquelme como ídolos internacionais, seguem achando que são competitivos e, segundo alguns, “mais faceis de vingar na Europa do que Brasileiros”.

Mas é claro!!!

Se você é brasileiro e vai pra Europa, quer voltar. Se você é argentino e consegue sair de lá, faz qualquer coisa pra não ter que voltar.

A farsa continua.

Em algumas semanas eles dirão que, mesmo nem tendo conseguido vaga pras Olimpíadas o tal do Youtube é o melhor jogador do torneio. E daqui 1 ano, quando marcarmos um amistoso com eles, a mídia vai descer a lenha no time brasileiro e exaltar os argentinos até  dia do jogo, onde faremos aquele 3×0 tradicional que deixa todo mundo com cara de bobo.

Aí dirão: “O Brasil surpreendeu”.

E nós, que sabemos da verdade, cairemos na risada. De novo.

Nunca serão!

PS – Enquanto este post era feito, o goleiro da Colômbia Sub-20 recebeu um telefonema perguntando se a família dele precisava de alguma coisa…. Uma Ferrari, algo do tipo.