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Parabéns Nação! Valeu Pet!


Pet Flamengo Vasco Vice Tri 2001 Falta Carioca Petkovic        27 de maio é data comemorativa importantíssima. Nesse mesmo dia, 8 anos atrás, vivi uma das maiores emoções da minha vida. Ajoelhado no chão, de frente pra TV, rezava por um gol. E ele veio dos pés de Petkovic, numa cobrança de falta magnífica. Corri feito louco, as lágrimas escorrendo, atravassando a casa cheia de vascaínos, até atingir a rua. O resto é história: Flamengo Tri Campeão. Vasco Tri Vice. Pra comemorar esse dia inesquecível, um vídeozinho (tenho o jogo inteiro em VHS, e muitas matérias feitas depois, mas ainda tenho que passar pra DVD). Vale a pena conferir!

 

SRN,
Thiago Henrik.

O Adeus de Obina

 

      Cabisbaixo, vaiado, derrotado. Essa foi a última imagem de Manoel de Brito Filho no Flamengo. Não era assim que ele merecia ter seu jogo de despedida.
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      Obina começou sua história no Vitória da Bahia. Mostrando seu talento com a bola acabou sendo destaque em um time que tinha como estrelas Edílson e Vampeta. Em 2005 foi contratado pelo time de maior torcida no Brasil, o Flamengo. A torcida, desconfiada, o perseguiu. Mas logo se rendeu ao seu carisma e faro por gol. Em 2006 Obina virou “melhor que Eto’o” (jogador camaronês do Barcelona que vivia seu auge) nos cantos da torcida e ganhou projeção mundial na maior vitrine brasileira, chegando a ser sondado pela Juventus da Itália. A torcida rubro-negra exigia sua convocação à seleção brasileira.

Obina seleção brasileira Eto'o

    

 


       Obina salvou o Flamengo do rebaixamento, decidiu dois campeonatos estaduais, uma Copa do Brasil. Se tornou o 5o maior artilheiro do clube em Campeonatos Brasileiros. Virou ídolo.
       Fazer o que ninguem acreditava em momentos cruciais tornou Obina  uma figura mística. Surgiram ‘fatos sobre Obina’ e o ídolo virou lenda. 

Tropa de Elite Flamengo Souza  Maxi ObinaQuarteto Fantástico Juan Obina Diego Tardelli Bruno   Obina Stallone Cobra Obillone FlamengoFilme Só Deus Sabe Obina Flamengo

Obina Albert Einstein Gênio Flamengo

        Nunes Obina Flamengo Obina Jedi Star Wars Flamengo   Barack Obama Obina Flamengo  Obina Superman Super Homem Retorno Returns FlamengoObina The Lord Of The Rings LOTR Flamengo Arwen Aragorn Gandalf Legolas montagem by Thiago Henrik

      Com todo o sucesso, Obina não perdeu sua simplicidade e extrema humildade, características que o consgraram como xodó da torcida. Seu carisma o ‘salvava’ mesmo nos momentos em que em que a bola não entrava.

Seja Na Terra Seja no Mar André Dahmer Arnaldo Branco Flamengo Obina Picasso Van Gogh tirinha
Seja Na Terra Seja no Mar André Dahmer Arnaldo Branco Flamengo Obina Igreja Obinista do Segundo Tempo tirinha

      Mas atacante vive de gol. E a maior parte dos torcedores vivem de vitórias. Esse ano, após seis meses sem marcar, a torcida esqueceu tudo o que fez aquele que já foi chamado de “Anjo Negro”. Vaiado a cada jogo, a cada erro, a cada substituição, Obina não conseguiu marcar, não conseguiu ser decisivo. Vaiado quando foi substituído em um jogo em que um gol poderia dar a classificação contra o time tido pela mídia como o melhor do Brasil, Obina deixou o gramado para não voltar. Ao menos com a camisa rubro-negra. 
      Nesta segunda Obina foi emprestado ao Palmeiras, clube que disputa a Libertadores esse ano. O anúncio fez com todos os jornais do país esquecessem os jogos decisivos, a seleção brasileira, os Nilmares. Foi a primeira vez que Fátima Bernardes deu sorrindo a notícia de um empréstimo no Jornal Nacional. Terminou assim a saga de Obina no Flamengo. Uma saga que pode ser ilustrado por esse vídeo do Youtube, que apesar de meio antigo (não inclui o estadual do ano passado, nem o sacode Coritiba em que o Obina fez apresentação de gala) está atual em sua essência.

      Nunca consegui idolatrar um jogador como vejo todos fazendo por aí. Com a exceção de Zico e outros grandes craques do passado, não entendo como alguem pode comprar uma camisa com o nome de um cara que daqui a dois anos pode estar jogando no maior rival. Vi os garotos à minha volta idolatrando jogadores como o Romário, sem entender. Os vi cortando o cabelo à la Ronaldo. Vestindo a camisa do Gaúcho, do Cristiano Ronaldo, do Beckham, do argentino Messi… E por que? Nunca consegui entender. E que foi que esses caras fizeram por eles?

      Mas, pela primeira vez na minha vida, tenho certeza de que vou torcer por um jogador de outro time que não o meu. Vou torcer pelo Obina no Palmeiras. Vou torcer porque Obina torceu. Vi Obina torcendo por todos os seus companheiros. Vi Obina vibrando em gols que não eram deles. Vi ele passando a bola pra um atacante melhor posicionado, pros mesmos que não passaram pra ele. Vi ele abraçando, feliz da vida, Josieis, Zé Robertos… jogadores que pareciam torcer pelo fracasso de Obina. Jogadores que não vibravam em gols que não os seus.
     Sei, e sempre soube, que Obina não é melhor que Eto’o. Não é melhor que Ronaldo, que Nilmar, que Fred, que Thiago Neves. Talvez seja pior que Kléber Pereira, que Diego Tardelli. Mas não é por sua habilidade que virei fã de Obina. Obina tem mais carisma que todos esses caras juntos, e uma humildade que não se faz presente em nenhum deles. Mas acima de tudo, Obina é raça. Foi essa raça que me conquistou.
      Digo, sem vergonha nenhuma, que Obina me fez voltar a gostar de futebol. Obina me devolveu a alegria de ser torcedor, mesmo quando eu torcia pra ele ser substituído.

      Por isso tudo é que Obina deveria ter saído de cabeça erguida, e com a sensação de dever cumprido. Porque Obina, como poucos, honrou o manto.
      Torço pra que esse adeus seja um até logo. E que no final do empréstimo, ele volte. Como voltou outras vezes… Mesmo mesmo sem isso, Obina será eterno.

Obina Eterno Globo.com Flamengo Pelé

Abraços,
Thiago Henrik.

Depressão Pós Anime - Blood +

 

      Esse foi um domingo "divisor de águas". Foi um domingo de começo e fim de algumas coisas.
      Pra começar, foi a estréia do Flamengo no campeonato carioca. Graças a Deus! Não aguentava mais essas férias massantes do futebol. Foram 50 dias sem gritar Gol!

     Também foi o fim do período que a Jessica, minha namorada, ficaria na praia, em Governador Celso Ramos (SC). Eu não suportaria ficar 20 dias na praia cara... não sei como ela não enlouqueceu =P Com certeza foi por estar com a família, que ela não via faz tempo, e por ter que se ocupar de cuidar da cachorrinha maluca que ela levou pra praia. Os três livros (um deles bem grosso) que eu fiz ela levar não deram nem pros primeiros dias. Daqui a pouco ela vai acordar pra começar a longa viagem de carro de volta à Gravataí (RS), e eu sempre fico preocupado, mais ainda depois daquelas chuvas em Santa Catarina. Logo no dia em que ela fez a viagem de ida, eu vi na tv que um monte de turista tinham ficado ilhados em uma BR em que eu sabia que ela passaria. Não consegui dormir, e também não dormirei hoje.

      Mas o post de hoje vai em homenagem àquela que me acompanhou em todas as madrugadas desse mês: Otonashi Saya.
      Ela é japonesa, aparenta ser uma típica colegial tímida de 16 anos, e nas horas vagas extermina montros chupadores de sangue com uma espada. Como não amar?

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       Acabei de assistir o último, dos 50 episódios da série Blood +.  Foi definitivamente um dos melhores Animes que já vi em toda a minha vida. Os personagens são ótimos, a história é envolvente, o visual é arrebatador...  Fiquei muito triste quando acabou... Só o que me consola é que eu vou ver tudo de novo quando a Jessica voltar =)

      Bem, a história gira em torna dessa garota, chamada Saya, que vive uma vida normal com um pai e irmãos adotivos, e que apesar de muito feliz, não se lembra de nada do seu passado (a memória mais recente é de cerca de um ano atrás).
      Só que alguns eventos fazem com que ela se veja no meio de uma guerra épica entre uma organização chamada Escudo Vermelho e os Morcegos (ou Quirópteros, dependendo da tradução. Eu assisti em assisti em japonês com legenda do fansub OMDA, e notei que na versão dublada, que está sendo exibida no Animax, muda pra caramba. Até de um Fansub pra outro algumas coisas mudam de nome.. Assisti um que traduzia 'estigmas' como 'espinhos', o que pra mim não tem nada a ver, a não ser que estejamos falando de Jesus). O Escudo Vermelho tenta acabar a qualquer custo com os Morcegos, que são uma ameaça à raça humana, e Saya tem um papel fundamental nessa guerra, pois é a única que pode matar os monstros chupadores de sangue (seu sangue é uma espécie de veneno que os mata instantâneamente), já que eles se regeneram (ok, pode chamar de Vampiros, se quiser).

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        À medida em que ela é obrigada a se envolver, ela vai descobrindo coisas surpreendentes sobre o seu passado. Cara, eu não quero revelar muito sobre o enredo, porque eu odeio que façam isso comigo, então não vou conseguir explicar porque o Anime é tão bom assim.
       Só não é perfeito porque eu não gostei muito da trilha sonora. Não que seja tão ruim assim, mas é que esse Anime precisava de uma trilha sonora do nível da do Death Note (a melhor que eu ja ouvi), a do Blood + não está no mesmo nível do resto da obra, e não combina com o desenho, na minha opinião, principalmente as aberturas e encerramentos.

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Sem vocês, minhas madrugadas não serão mais as mesmas... 

        Ah, uma coisa interessante sobre esse anime. Tem algo que é muito raro os animes terem: Personagens negros. Esse tem logo 3! E dois deles tem papel de destaque na história (um é vilão, o outro é mocinho).
       Tem personagens e situações pra todos os gostos, apesar de a série não ser muito dada à comédia... O que faz com que os poucos momentos cômicos do desenham seja realmente hilários.
Mas tem drama, tem romance, tem suspense, tem terror, tem ação... Tudo na perfeita dose para tornar Blood + inesquecível.
Recomendo!

Abraços,
Thiago Henrik

Punky pra sempre


        Estava assistindo com nostalgia o seriado "Punky, a Levada da Breca" (se alguém souber o que é Breca, me diga, porque até hoje não sei) que ainda passa hoje na tv aberta, e comentei com minha namorada que aquela garota me lembrava muito alguem. Fiquei me torturando por não lembrar quem era, até que me veio à mente a Ellen Page, atriz de Meninama.com (filmaço) e Juno (até agora não entendi a babação de ovo pra esse filme tão... mediano). Claro que seria impossível ela ser a Punky Brewster, que tinha uns 10 anos na época da série que é de 1984, mas a semelhança é incrível.

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      Minha namorada resolveu insistir então que ela era a Rose de "Two and a Half Man", a atriz Melanie Lynskey, e realmente pra quem assistiu as duas séries, elas tem o mesmo jeitinho, seja falando, ou fazendo caras.

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      Fquei curioso e resolvi dar uma Googlada no assunto, e descobri que a Punky não é nenhuma das duas. Quem interpretou a levada da breca foi a atriz Soleil Moon (Sol e Lua, em francês e inglês, respectivamente) Frye, que não lembra em nada a personagem que todo mundo adorava.

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      E ainda separei dois vídeos, um pra relembrar a Punky, com a abertura da série, e outro com a atriz, décadas depois.

 

     

That's all folks!  Esse post na verdade foi publicado originalmente no meu outro blog, do Spaces, por isso tá meio bagunçado.

Abraços,
Thiago Henrik.